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Comida e nutrição

Anvisa retoma discussão sobre comunicação nos rótulos

De tarja preta ou colorida

Evitar o consumo excessivo de sódio, açúcar e gorduras, e possibilitar escolhas mais conscientes pelo consumidor no momento da compra, são os intuitos de um trabalho que está sendo desenvolvido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para a alteração das informações dos rótulos de alimentos. Participam desse projeto representantes da área acadêmica, saúde, indústria e órgãos de defesa do consumidor.

O projeto teve início em 2014 e as discussões foram retomadas neste semestre. O momento é propicio, pois segundo uma pesquisa conduzida pelo Instituto Data Folha em 2016, com 2573 pessoas em 160 cidades, 48% dos consumidores brasileiros declaram não ter o costume de ler as informações do rótulo, tais como lista de ingredientes e a tabela nutricional. Os dados são ainda mais preocupantes: entre os 52% que declaram ler os dados, 35% dizem entender “mais ou menos”, 3% não entendem qualquer dado e apenas 14% dizem entender bem (ainda que não se saiba se realmente o fazem!).

A Anvisa está estudando alguns modelos de rotulagem, entre eles está o apresentado pelo Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), que defende a apresentação das informações referente aos teores de açúcar, gordura e sódio, segundo critérios estabelecidos pela Organização Pan-Americana e Organização Mundial de Saúde, descritas em triângulos na cor preta na parte frontal da embalagem. Além disso, defendem a alteração da lista de ingredientes (com o número de ingredientes informado no início, separação de cada um deles com ponto e não com vírgula e sempre estar descrita em fundo branco). A Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação (Abia) sugere um modelo guiado por cores, baseado no método já bastante usado pelo Reino Unido o Traffic Lights, onde verde (baixo teor), amarelo (médio teor) e vermelho (alto teor), para sinalizar a quantidade de açúcar, gordura e sódio. Reforçam ainda a importância de uma ampla ação de educação alimentar e nutricional para a população. Já a Funed (Fundação Ezequiel Dias) também propõe um modelo de cores para facilitar a leitura do consumidor, porém na própria tabela nutricional. É considerado ainda, o modelo utilizado no Chile, fonte de inspiração do modelo proposto pelo Idec, porém a informação aqui é descrita em formas octogonais.

A alteração no formato dos rótulos de alimentos é necessária e urgente, e ganha cada vez mais força com o interesse do consumidor em ter uma alimentação mais saudável. No relatório QTRENDS a tendência “De tarja preta ou colorida” da área “Comunicação” descreve justamente as mudanças e os esforços de autoridades públicas de todo o mundo para facilitar a escolha dos consumidores.  Confira o infográfico no link.

Se você quer se preparar para essa transição de comunicação de embalagem que me breve viveremos entre em contato conosco!

Fonte: O Globo

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